domingo, 20 de julho de 2014
Novidade
O Meu Bloquinho mudou!
A partir de agora ele é Wordpress. Siga acompanhando, acesse: http://karineklein.wordpress.com/
segunda-feira, 14 de julho de 2014
45 dias de suspense
Há tempos
venho pesquisando sobre o ‘Mestre do Suspense’, suas técnicas cinematográficas que
prendem o espectador com os olhos fixos na tela com as melhores e mais
refinadas tramas. Terror sutil, perspectivas de câmera inovadoras para época,
fixação por loiras e manias, manias, manias (não sei por que, mas me
identifiquei um pouco...). No dia 21 de junho não aguentei a curiosidade,
deixei alguns afazeres de lado e decidi começar a assistir a filmografia de Alfred
Hitchcock. Missão não muito fácil, porque alguns filmes estão fora de catálogo,
outros se perderam no tempo. Porém vou assistir somente os filmes que Hitch atua
como diretor, excluindo os primeiros mudos do início da carreira, década de 20,
quando ele atuava como designer de títulos, diretor de arte e diretor
assistente. São 78 obras no total, incluindo estes primeiros, alguns curtas-metragens
e 17 episódios que ele dirigiu da série Alfred
Hitchcock Presents, que foi ao ar de 1955 a 1961 e os episódios dirigidos
por ele das séries The Alfred Hitchcock
Hour, “I Saw the Whole Thing” (1962), “Four O’Clock” (1957) da série Suspicion e “Incident at a Corner”
(1960) da série Startime. Além do
documentário sobre o Holocausto “Memória dos Campos” (1945). Então, excluindo
os de direção de arte e direção assistente, tenho 61 filmes e 19 episódios para
assistir.
As obras de
Hitchcock atravessaram o tempo, até hoje são referências no gênero e inspiram
novos cineastas (que claro, nunca terão a genialidade de Hitch, but...). Muitos
dos filmes são considerados grandes clássicos do cinema mundial. Sem falar na
fotografia deles, que certamente merecia um prêmio à parte. O gordinho
simpático (se bem que há quem pense o contrário e não o considere tão simpático
assim) foi um cara ousado para época, trouxe para as telas muitas inovações e
causava um reboliço com os críticos daquele tempo, ao apresentar cenas de beijos
com mais de três segundos (oooh!) e nudez parcial.
Do primeiro
dia até hoje consegui assistir 13 obras (número significativo!). Ao contrário
da maioria dos fãs de Hitchcock, eu preferi começar pelos filmes menos
badalados (somente Os Pássaros que eu não resisti e acabei olhando antes). E
engana-se quem pensa que por ser o ‘Mestre dos Suspense’ é fácil encontrar seus
filmes. Claro que os mais famosos como Psicose (1960), Os Pássaros (1963) e Um
Corpo que Cai foram fáceis, e quase todos os filmes mudos da carreira de
Hitchcock são de domínio público e estão disponíveis na internet, porém alguns
do período inglês tive que buscar em sites especializados, alguns comprei, outros
consegui baixar da internet. Meu maior problema foi encontrar os
longas-metragens com legendas em português. Tive sorte, pois muitos dos filmes
do cineasta estão disponíveis em idioma espanhol, o qual entendo bem.
A meta é até o
final das minhas férias de inverno que vão de 21 de julho a 04 de agosto ter
assistido toda a filmografia. Mas sei que é pouco tempo. Para me motivar – se
bem que nem precisa muito, pois as obras por si só são tão interessantes que
deixam sempre com vontade de assistir outro e mais outro, fiz uma espécie de
TOP 13, em ordem de preferência, por sinal, contrariando ordem de preferência
da maioria dos outros fãs de Hitch.
Top 13 Hitchcock
1- Psicose
2- Os Pássaros
4- A Dama
Oculta
5- Quando Fala
o Coração
6- Os 39
Degraus
7-
Correspondente Estrangeiro
8- Festim
Diabólico
9- Rebecca, a
Mulher Inesquecível
10- Agonia de
Amor (O Caso Paradine)
11- A
Estalagem Maldita
12- The
Pleasure Garden
13- Mulher
Pública
Depois que
assistir todos os filmes da meta, farei um post do Top 10 da carreira de Hitchcock
e quem sabe até coloco aqui os traillers oficiais e uma pequena resenha de cada
um. Mas isso é assunto para beeem mais adiante.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
¡A lo hecho, pecho! ou por que a Karine enveredou para o espanhol
Quis o destino (sim, eu acredito em destino!) que antes de realizar meu
sonho de me tornar uma jornalista diplomada, eu tivesse outra profissão:
licenciada em Letras/Espanhol e Literaturas de Língua Espanhola - acho que
jamais conseguirei dizer professora de espanhol! Sei lá, acho esse título
demais para mim. Mas é tão real, tão real que já tem até data: 2015/2
Pois bem, sempre gostei de espanhol, não como a paixão arrebatadora que
tenho pelo jornalismo, mas como um amor brando, que foi crescendo aos poucos,
sem pretensão de ir longe. Na escola, me dedicava bastante nas aulas de línguas
estrangeiras e o espanhol era o idioma preferido. Sempre admirei muito os
países da fala hispânica e suas culturas. Quando surgiu a oportunidade e abriu
a primeira turma a distância na cidade, eu, recém saída do Ensino Médio, não
tinha olhos para nada além do meu jornalisminho querido, na minha Unisinos
querida, faculdade que sempre quis estudar. Porém, mais tarde, no início de
2012 abriu no Centro de Apoio para Educação a Distância de São Chico a segunda
turma de Letras- Espanhol pela UFSM. Não pensei duas vezes: me joguei.
Uma formação acadêmica que começou de brincadeira. Um dia disse para
minha mãe: - “Vou estudar espanhol a distância”. Nem ela nem eu acreditamos no
que ouvimos, mas fui lá, fiz vestibular, passei, mal inclusive - só deu para
passar - mas entrei! Então estava eu ingressando no ensino superior público,
depois de três anos cursando jornalismo numa faculdade particular. No início
foi um sonho. Que ótimo tudo free, não tinha que pagar nada! Mas depois eu
entendi que o tempo gasto em zilhões de leituras, vídeos, músicas, conversas no
Skype, artigos, e muitos, muitos trabalhos orais e escritos, valia bem mais que
dinheiro...
Não acreditava concluir um único semestre. De imediato passei a lidar
com a dificuldade de conciliar o pouco tempo que tinha com duas faculdades, outros
dois cursos, um emprego que me ‘sugava’, pois era bem assim que eu me sentia, e
mais a tentativa de manter uma vida social. Jamais abandonaria o jornalismo,
talvez ele me abandone antes que eu resolva deixá-lo. É como um amor louco,
cheio de fúria e carência. Não poderia viver sem ele, um vício. Por isso, por
não poder largá-lo e por minha personalidade não me permitir desistir de algo
começado, optei por deixar os outros dois cursos de idiomas, um de inglês e
outro de italiano, depois que uma crise de stress me fez parar no hospital. Deixar
não, apenas adiar.
Antes de começar a faculdade eu não colocava fé que ensino a distância
fosse realmente eficaz. Preconceituosa? Sim, eu era. Mas aos poucos aprendi que
tudo depende do aluno, no caso de mim mesma. Que eu podia estudar na Harvard e
fazer trinta horas de aula extra por semana, mas se não me dedicasse, nem assim
aprenderia.
Bom, eu não precisei ir pra Harvard, nem de cursos extras. Fora o pouco
que já sabia, aprendi o quarto idioma mais falado no mundo, por nada menos que
450 milhões de pessoas entre Espanha e Américas, na faculdade EAD e tenho muito
orgulho disso. Sinto pelos convencionais que ainda pensam que só se adquire
conhecimento e se desenvolve competências em um ambiente restrito por paredes de
concreto e um quadro negro.
Caíram por terra todos os meus contras com relação a essa modalidade de
ensino. Sumiu a dúvida sobre se era possível aprender uma língua estrangeira a
distância. Sim, é possível. Sim, o aprendizado é satisfatório. Hoje entendi na
prática que o espaço virtual é um mundo cheio de oportunidades, basta que eu as
crie e as permita crescer.
Até hoje juro que não entendo as pessoas que dizem que não é necessário
estudo formal de espanhol porque é um idioma muito parecido com o português e
por esse motivo é fácil demais para precisar ser estudado. Provavelmente quem diz
algo assim nunca tomou conhecimento da conjugação e dois tempos verbais em
espanhol e nem sequer ouviu falar em heterossemânticos. Mas concordo que quando
alguém que tem o português como língua materna começa a estudar espanhol parece
que fala muito bem o idioma, eu mesma tive essa ilusão, mas depois, ali pelo
terceiro ou quarto semestres, o que antes ajudava o aprendizado agora passa a
atrapalhar e a semelhança entre as duas línguas, tão boa antes, torna-se um
pesadelo para os desavisados.
O Espanhol trouxe muitos fatores importantes para a minha vida. Além
das quatro habilidades principais de fala, escrita, escuta e leitura e do fato
de eu já “me virar bem” com o idioma, sou quase uma PHD em aproveitamento de tempo,
em fazer quase todas as refeições em frente ao computador (já estava iniciada
nessa técnica com o jornalismo, mas o espanhol aprimorou) e na arte do
improviso para falar o que precisa ser dito mesmo quando não sei exatamente
como dizer determinada palavra. Sem
falar na questão da adaptação, em alguns aspectos o espanhol me ajuda a cada
vez mais dominar essa característica.
Confesso que minhas notas não são lá um exemplo. Poderia ter me
dedicado bem mais, caso tivesse mais tempo. Mas meu esforço por não desistir no
segundo semestre quando me deparei com disciplinas voltadas para a docência escolar, foi monstruoso! No entanto, para
cada disciplina ‘nada a ver com Karine’ tinha mais cinco matérias legais e
divertidas de aprender, que me fizeram agradecer por não ter desistido. Além, é
claro, de professores que fizeram a diferença neste processo de aquisição da
língua, e auxiliaram na dificuldade de escolher um acento para seguir, aos quais serei grata para sempre.
Fora tudo isso, também tive a sorte de conhecer gente muito querida.
Amigos mesmo. Pessoas que se tornaram importantes na minha vida não só por
terem o mesmo objetivo final que eu, mas por compartilharem dúvidas,
experiências e conquistas.
Não sou fluente em espanhol, talvez nunca seja, mas entendi que
aprender um idioma é muito mais que ter um vocabulário de milhares de palavras,
mas sim buscar uma inserção num universo diferente do meu. Me permitir errar,
não pronunciar corretamente, errar de novo, tentar de novo e mais quantas vezes
for necessário até acertar.
Decerto foi o destino também quem quis, quando eu ainda só queria
inconscientemente, que seguindo a tradição das mulheres da família, que são
referência para mim, eu também me tornasse professora, assim como minha mãe: “de
tal palo tal astilla”. Por mais que eu nunca exerça a profissão, (ou talvez
exerça, vai saber...) ela me acrescentou muito como pessoa, meu aprendizado
tornou-se uma satisfação pessoal e se pudesse voltar no tempo faria tudo de
novo, exatamente como fiz, não dormiria as horas que não dormi, acordaria cedo
nos finais de semana como acordei, sempre com una sonrisa no rosto.
Hoje não consigo me imaginar sem minhas charlas em espanhol pelo Skype, nem sem a presença, mesmo que
distante de amigos hispanohablantes que
muito me ajudam nesse processo de aquisição de língua meta, o qual eu acredito que
seja eterno. Também não consigo mais pensar em como eu vivia antes sem minhas películas e canciones em espanhol, sem meus periódicos
lidos com frequência y sem meus libros
favoritos. E as pessoas já nem reparam quando eu troco a palavra sugestão por sugerencia, ou hola por olá, ou mesmo os palavrões que não entendem. Porém, assim
como tudo o que veio de bom com o espanhol, há também essas interferências, mas
como dizem na Espanha: “¡A lo hecho, pecho!”... pois já não posso evitar.
terça-feira, 1 de julho de 2014
Nutrindo a solidariedade neste inverno
Secretaria de Assistência Social oferece
serviço de doação de roupas para pessoas necessitadas
| De segunda a sexta-feira o Universo dos Panos atende das 9h às 11h30min e das 13h30min às 17h. |
O inverno está
chegando e com ele a beleza da paisagem branquinha dos Campos de Cima da Serra,
os sabores que a estação oferece e claro, muito, muito frio. Infelizmente não
são todas as pessoas que têm como se manterem aquecidas no período mais gelado
do ano em São Francisco de Paula, por isso é bom ficar atento ao horário de
funcionamento do setor de doação de roupas do CRAS- Centro de Referência de
Assistência Social, Brechó Universo dos Panos, situado na Rua 3 de Outubro, nº
43, Centro, que atende de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30min e das
13h30min às 17h, vinculado a SMTHAS- Secretaria Municipal do Trabalho,
Habitação e Assistência Social.
| Para
Dionésia Fogaça a expectativa é que neste inverno sejam doadas mais roupas que no anterior |
No espaço é
possível encontrar roupas e calçados de todos os tamanhos e para todas as
idades, desde roupinhas de bebê, até uma ampla variedade de artigos para
adultos. Porém a maior dificuldade que o setor encontra é que muitas das peças
que estão disponíveis, para aqueles com condição social menos favorável, vieram
de doações de outras pessoas, e muitas chegam ao setor rasgadas, sujas e os
calçados apenas com um pé do par, o que impede o repasse para os que precisam.
Quem é
responsável pela organização e atendimento do local é a estagiária Dionésia
Ramos Fogaça. Segundo os registros da funcionária, de maio a agosto do ano
passado mais de 1.700 peças entre roupas e pares de calçados foram doados. Para
este ano a expectativa é ainda maior. “Até o momento já foram entregues mais
peças que no mesmo período do ano passado, acredito que este inverno será mais
rigoroso que o anterior”.
Para aqueles
que precisarem usufruir do serviço é recomendado levar sacolas, pois o espaço
não disponibiliza. Quem tiver interesse em doar deve observar as condições das
peças e, se estiverem em bom estado, podem ser encaminhadas diretamente ao
setor durante o horário de funcionamento.
Peças de todos
os tamanhos e para todas as idades são doadas a quem precisa
Texto e fotos: Karine Vasem Klein/ Assessoria de Imprensa SMTHAS |
segunda-feira, 23 de junho de 2014
A Jasmine de cada uma de nós

No feriado
assisti ao último filme do Woody Allen lançado no Brasil, Blue Jasmine (EUA,
2013). Como a maioria dos filmes de Allen, esse também tem bons diálogos e uma
trama inteligente tratando de questões tão presentes na atualidade como
relacionamentos superficiais, traições, supervalorização do dinheiro, corrupção
e claro, mulheres insanamente adoráveis.
Cate Blanchet
está impecável no papel de Janete (que vira Jasmine para ter mais glamour). Ela
representa uma mulher que esqueceu o passado e aceitou viver uma vida de luxo
ao lado do marido Harold Francis (Alec Baldwin) fechando os olhos para todo o
tipo de corrupção, inclusive ao dar um golpe em sua própria irmã Ginger (Sally
Hawkins) e no marido dela Augie (Andrew Dice Clay) que acabam de ganhar uma
fortuna e são convencidos por ela de que “Hal” (Harold) poderia ajudá-los a
investir melhor o dinheiro. Os dois acabam perdendo tudo.
Essa mesma
irmã é quem acolhe Jasmine depois que o marido é preso e o governo bloqueia
todos os bens do casal. Jasmine não tem para onde ir, então recorre a última pessoa
que ainda tem no mundo. Ginger passa por cima de tudo o que aconteceu no
passado e recebe a irmã em sua modesta casa, ajudando-a a ir levando os dias. O
resto não vou contar para não acabar com a surpresa de quem não viu ainda, mas
o que posso dizer é que Jasmine é uma mulher tão humana como todas nós, cheia
de pequenas crises, cenas que com certeza farão quem está do outro lado da tela
dar muitas risadas e se emocionar com os momentos obscuros de delírios da
protagonista.
Jasmine é uma
personagem que reúne muitos dos dramas femininos na atualidade. Ela é traída,
vê seu relacionamento terminar escandalosamente. Assim como uma mulher real,
sente raiva e muitas vezes não consegue controlá-la, como no momento em que se
vinga do marido após saber de uma das traições, entregando- o à polícia mesmo
sabendo que sua vida desmoronaria junto. Ela também sofre com as frustrações de
não saber o que fazer de sua vida a partir de então. É assediada no trabalho,
vê um novo relacionamento exatamente como ela tinha sonhado iniciar e devolver
a ela a chance de se sentir feliz ao lado de alguém de novo. Porém com a mesma
rapidez que começa também termina, de forma desastrosa. Ela sofre para se
adaptar à sua nova realidade, ela chora, ela faz os outros sofrerem, ela surta.
Paga caro por todas as escolhas que fez.
Dos filmes de
Allen que já assisti, com certeza este não é o melhor, mas agrada por diversos
motivos, entre eles porque Jasmine é uma mistura de dramas e comédias. Uma
mulher que não sabemos se vamos odiar ou amar. É possível que agora mesmo do
seu lado, ou em algum momento de sua vida, você vá encontrar uma Jasmine, mas
não se assuste! Ela consegue ser boa e má ao mesmo tempo. Detestável e
encantadora, basta escolher com qual delas você vai ficar.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Melhor idade em ritmo de festa
Grupo de Idosos
“Alegria da Amizade” faz apresentação na 18ª Festa do Pinhão
A Tarde da
Melhor Idade ocorreu na quinta-feira, 12, na 18ª Festa do Pinhão. Um momento
para celebrar e valorizar a experiência daqueles que já atingiram muitos anos
de vida, e consequentemente, muita experiência. E se a idade avançou, avançaram
com ela o entusiasmo e a disposição, que fizeram os vovôs e vovós não saírem da
pista enquanto os Três Xirus animavam um baile pra lá de divertido.
Na metade do
baile o trio, que mistura música regionalista com ritmo germânico e letras
engraçadas, deu lugar no palco para o grupo de idosos do CRAS- Centro de
Referência de Assistência Social, vinculado a Secretaria do Trabalho, Habitação
e Assistência Social. Os idosos do grupo “Alegria da Amizade”, coordenados pela
psicóloga Aldri dos Santos Matos e pelo educador social Elias
Ferreira da Silva apresentaram algumas músicas acompanhadas no violão e
na gaita pelos também educadores sociais, Luís Fernando Ribeiro
Hermann e Rogério Damasceno Emerich. O grupo contou ainda com a
participação de Jardel Borba do grupo Brasil de Bombacha e do rei e da rainha do
grupo da melhor idade “Lazer dos Sábios”, Paulo Moreira França e Olinda Moreira
França e também da presidente do órgão, Maria Solange Pinto da Silva.
Autoridades
como o prefeito, Juarez Schilichting e o secretário do trabalho, habitação e
assistência social, Dorgel da Silva também estiveram presentes e falaram sobre
a importância de enaltecer aqueles que chegaram à terceira idade e as
experiências que trazem consigo.
| O educador social Elias Ferreira da Silva coordenou o grupo de idosos do CRAS “Alegria da Amizade” |
O coral do grupo do CRAS apresentou
algumas canções, entre elas o hino do município
|
| A presidente do grupo da melhor idade “Lazer dos Sábios” esteve presente na tarde dedicada aos idosos |
Texto e fotos: Karine Klein/ Assessoria
de Imprensa SMTHAS
segunda-feira, 9 de junho de 2014
CIS em clima de Copa do Mundo durante a 18ª Festa do Pinhão
Exibindo seu novo
uniforme as crianças e adolescentes do Centro Integrado Social subiram ao palco
no último sábado
Usuários do CIS levaram cor e emoção a 18ª Festa do
Pinhão
|
A 18ª Festa do Pinhão teve seu primeiro final de semana cheio de
atrações que agradaram a todos os gostos. A Secretaria do Trabalho, Habitação e
Assistência Social não podia deixar de dar sua contribuição artística ao
evento. Na tarde de sábado, 7, as crianças e adolescentes do CIS- Centro
Integrado Social, que faz parte do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos da SMTHAS mostraram que o talento
começa a ser desenvolvido desde cedo. Cantando e tocando canções que emocionaram
quem assistiu a apresentação, os usuários do CIS foram coordenados pelos
educadores sociais ministrantes das Oficinas de Violão, Gaita e Teclado, Luís Fernando Ribeiro Herrmann e Rogério Damasceno Emerich e pelos
demais funcionários da instituição.
O CIS compareceu ao evento em clima de Copa do Mundo, o
secretário do trabalho, habitação e assistência social Dorgel da Silva comentou
sobre o novo uniforme que os alunos vestiam, nas cores da seleção brasileira.
“Pensamos em fazer um uniforme comemorativo em apoio ao nosso país que está
sediando um evento tão importante”.
Entre as músicas apresentadas pelos CIS está Aquarela do
Brasil que também foi interpretada pelos pequenos, com o auxílio de painéis
coloridos. Ao longo da apresentação, um dos alunos da oficina de Violão, João
Paulo Moraes dos Reis, 14, fã de Luan Santana, chamou a atenção de todos pelo
timbre de voz e afinação. Para o menino, que canta desde os 5 anos, mas que só recentemente
com o incentivo do professor Luís - que para ele é uma referência - deixou a vergonha de lado e começou a se
apresentar para o público, a vontade é seguir cantando. “Quero cantar cada vez
melhor, profissionalmente, um dia”, contou João Paulo.
Islayne Oliveira Reis, 9, frequenta o CIS e subiu ao
palco dançando com um coleguinha. A menina conta que também sentiu vergonha,
mas que a vontade de participar foi maior. “Eu gosto de participar dos eventos
do CIS são sempre legais”, disse.
Na próxima quinta-feira, 12, a SMTHAS retoma as
atividades na Festa do Pinhão com o estande com informações para qualificação
profissional e exposição de trabalhos do CRAS.
| Com gaita, violão e muita dança as crianças e adolescentes mostraram muito talento |
| João Paulo Moraes dos Reis mostrou todo seu potencial junto do educador social Luís Fernando Ribeiro Hermann |
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